
No uso prático, é bastante improvável que a contagem de megapixels inferior da ultra-angular traseira vá fazer a diferença. E ela também passa longe de ofuscar as boas imagens capturadas pelo conjunto como um todo, incluindo fotos noturnas.
Um recurso que achei interessante foi o modo como a câmera de selfie funciona em baixas condições de iluminação: ao invés de brilhar a tela em branco (o que geralmente ofusca a visão de quem está tirando a foto), a tela simula uma ring light, com uma moldura iluminada ao redor da prévia da captura. Isso não apenas ajuda o celular a focar melhor como também gera uma iluminação mais natural.
IA além dos efeitos de imagem. Outro ponto alto do Oppo Reno16 F são os recursos relacionados à inteligência artificial presentes no modelo. Dentre os mais variados, como função para tradução em tempo real e auxiliar de escrita, três me chamaram mais a atenção, considerando os disponíveis no aparelho na ocasião do seu lançamento.
O primeiro é o AI Mind Pilot, uma interface de IA generativa (similar ao que ocorre com o ChatGPT ou o Gemini) que reúne modelos de linguagem diferentes em uma única tela. Com isso, é possível fazer consultas direcionadas e até criar situações curiosas, como uma mesa redonda na qual o ChatGPT pode analisar, e até rebater, respostas dadas pelo Gemini.
Em seguida há o AI Mind Space, um espaço onde é possível centralizar itens como capturas de tela e notas de voz, deixando tudo organizado e gerando insights sobre os dados armazenados. É possível, inclusive, anotar automaticamente gastos e, com isso, ter uma visão geral sobre a sua saúde financeira.
