Ele usou a primeira geração dos Ray-Ban Meta para “filmar com as mãos livres” e “publicar nas redes sociais” suas viagens, seus passeios “de jet-ski e scooter”, além de “peladas de futebol com amigos”… até que uma haste quebrou durante uma partida no ano passado, quando estava prestes a ser lançado o Oakley Meta, mais adequado para a prática esportiva.
Outras falhas que aponta são uma “autonomia que não é excepcional”, segundo ele, e o fato de que “a gravação é interrompida automaticamente após 3 minutos. Talvez por questões de confidencialidade”.
“Quando a câmera é ligada, um indicador luminoso acende para avisar que está gravando. Mas conheço pessoas que desativam essa luz, portanto, podem gravar, criar conteúdo, filmar outras sem seu consentimento”, explicou à AFP.
No fórum Reddit, a questão da confidencialidade alimenta um grande debate. Um internauta admite que “procura gravar discretamente” situações “para (a sua) própria segurança”, “a fim de dispor de provas caso (precise) recorrer a um advogado”.
Outro se alarma diante da possibilidade de que esses óculos sejam usados “em consultas ginecológicas”.
Diante dessa problemática, foi desenvolvido recentemente o aplicativo Nearby Glasses, para alertar os usuários quando houver óculos inteligentes por perto.
