Quem tem parcelas de carnês ou financiamentos em aberto deve continuar pagando normalmente. Atrasos podem gerar juros e inadimplência.
A Tok&Stok ignorou as cobranças oficiais do governo federal sobre a continuidade das entregas. A rede de móveis não respondeu à secretaria até o fechamento do comunicado. Havia pedidos de esclarecimentos sobre as operações e medidas de segurança para os envios.
Casas Bahia e Marabraz cooperaram, orientando compradores a formalizarem problemas na loja. Casos sem solução devem ser denunciados ao Procon local.
Entenda as crises
O grupo Casas Bahia fez pedido de recuperação judicial para renegociar R$ 17,3 bilhões em dívidas. A ação foi protocolada em 16 de agosto de 2026. A crise financeira do grupo foi agravada pelo custo de financiamento elevado, pela queda no consumo das famílias e pelo fracasso em conseguir dinheiro com investidores estrangeiros para salvar o caixa. A recuperação judicial ainda não foi aceita. A holding é dona das marcas Casas Bahia, Ponto (antigo Pontofrio), Extra.com.br, Bartira, Casas Bahia Pay e CB Full.
A Justiça de São Paulo aceitou o pedido do Grupo Toky, que quer refinanciar uma dívida de R$ 1,1 bilhão. A confirmação ocorreu no dia 13 de julho de 2026. A crise do grupo foi provocada pela queda nas vendas de bens duráveis após a pandemia, prejuízos acumulados de 2022 a 2025 e o bloqueio recente de R$ 77 milhões em caixa por uma parceira de pagamentos. O grupo controla as lojas Tok&Stok e Mobly.
