Na sessão de quinta-feira, o Dow Jones subiu 1,18%, o Nasdaq ganhou 1,40% e o S&P 500 avançou 1,06%, beneficiados pelo recuo dos juros dos títulos do Tesouro americano. O impulso veio das declarações do diretor do Federal Reserve (Fed), Christopher Waller, que indicou apoio à manutenção dos juros caso a inflação continue desacelerando.
Na Europa, os principais índices operam em queda nesta sexta-feira, refletindo cautela antes dos dados de emprego dos Estados Unidos. O FTSE 100 de Londres subia 0,02% e o DAX de Frankfurt ganhava 0,08%. Já o CAC de Paris, o FTSE de Milão e o IBEX de Madri perdiam, respectivamente, 0,04%, 0,39% e 0,33%.
Em Milão, ações do setor bancário estão em destaque de baixa. Banco BPM (-1,4%) e Banca Mediolanum (-1,1%) se posicionam como maiores quedas porcentuais do índice FTSE MiB. BPER, FinecoBank, Intesa Sanpaolo e Mediobanca também carregam perdas.
Em Frankfurt, a Volkswagen dispara 6%. A aprovação de um novo plano de reestruturação pelo conselho de supervisão da Volkswagen é uma grande surpresa e representa um avanço fundamental para uma empresa que muitos investidores consideravam “irrecuperável”, escrevem analistas do Deutsche Bank. No entanto, o acordo não resolve os desafios da Volkswagen da noite para o dia, e a execução continua sendo crucial, afirmam os analistas.
Na véspera, as Bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta. Os ganhos foram de 0,70% em Londres, 0,65% em Frankfurt e 1,11% em Madri.
Na Ásia, as Bolsas encerraram o pregão sem direção única. Tóquio liderou os ganhos, com alta de 1,3%, enquanto Hong Kong e Seul também avançaram. O desempenho refletiu a redução das apostas em uma alta dos juros pelo Fed após as falas de Waller.
