*O Muse chegou ao topo dos apps gratuitos na App Store dos EUA, passando o ChatGPT – atualmente ele está disponível apenas nos EUA e Canadá.
*Estimativas de empresas de dados (Apptopia e Sensor Tower) indicam que o Muse teve 1,8 milhão de downloads nos primeiros 12 dias (EUA e Canadá, no iOS), acima dos 1,3 milhão do ChatGPT no mesmo recorte; no total, teria somado 2,8 milhões de instalações no período, considerando iOS e Android.
*O mercado financeiro reagiu como se tivesse visto um “novo produto grande” nascer: as ações da Meta subiram 11,3% em um dia, adicionando US$ 192 bilhões ao valor de mercado – ao mesmo tempo em que ações de empresas que contam com a “inércia” de consumidores para cancelamentos, como bancos e seguros, caíram.
Os agentes disponíveis: Muse, Instinct, Grok e a volta da Siri
*O que está acontecendo não é só “um app que deu certo“. É um pelotão inteiro chegando junto, na nova corrida da IA: virar um “representante digital” que resolve tarefas no seu lugar. As opções já se espalham – e devem aumentar nas próximas semanas:
- Muse é a aposta da Meta para levar agentes ao grande público, com integração com Instagram, Facebook, WhatsApp e até seu banco para realizar ações em seu nome.
- Instinct (por convite) viralizou antes mesmo do Muse no Vale do Silício ao se conectar a email, mensagens e outros sinais do dia a dia para agir de forma proativa.
- Grok Bot, ligado ao ecossistema de Elon Musk, entrou na onda com agentes persistentes e “computadores na nuvem” para trabalhar o tempo todo.
- Apple também empurra sua reforma da Siri, tentando transformar uma assistente antiga (que era mais “atalho de busca”) em algo com mais contexto e capacidade.
- ChatGPT e Claude têm capacidades agênticas e conectores com ferramentas externas, embora funcionem primordialmente como chats.
