Adolescente desiste de ação contra Meta, YouTube e Snap

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Adolescente desiste de ação contra Meta, YouTube e Snap

Emily disse que a ação foi aberta para pressionar mudanças nas plataformas voltadas à proteção de menores. “Ela iniciou esse processo com o objetivo de responsabilizar as empresas de redes sociais e de pressionar por mudanças para proteger jovens como ela”, afirmou a advogada, em comunicado.

Meta, Google e Snap negam que seus produtos tenham sido desenhados para viciar crianças e dizem adotar medidas de segurança para adolescentes. Em nota, a Meta declarou: “Essa autora tinha uma condição significativa de saúde mental que já existia antes do uso de redes sociais, e está claro que muitos desses casos seguem o mesmo padrão”.

O YouTube disse que a desistência reforça a posição da empresa sobre controles e experiências para jovens. “Nossa posição de longa data é que oferecemos experiências seguras e apropriadas para a idade e controles parentais fortes para jovens e famílias”, afirmou a plataforma, em comunicado.

Ação contra a Meta por suposto vício de jovens em Oakland

Além do caso individual, a Meta se defende em dois julgamentos movidos por estados dos Estados Unidos sobre a acusação de que Facebook e Instagram foram projetados para criar dependência em crianças. Um dos processos, que começou nesta semana, reúne alegações de 29 estados e tramita na Justiça Federal em Oakland, na Califórnia.

Outro julgamento, com acusações apresentadas pelo Tennessee, ocorre na Justiça estadual em Nashville. As ações fazem parte de uma onda de processos de indivíduos, estados e distritos escolares que atribuem às redes sociais danos à saúde de crianças e adolescentes.