Margem bruta ficou em 30,6%, queda de 0,1 ponto percentual em um ano. A companhia atribuiu o recuo ao ajuste a valor presente, ligado principalmente a oscilações na taxa de juros e ao capital de giro, e a menores ganhos inflacionários em estoques. Houve compensação parcial por redução das perdas, mix favorável e melhores condições comerciais.
Ebitda (indicador que mede a geração de caixa) ajustado alcançou R$ 281,7 milhões, alta de 15,4%. A margem avançou 0,4 ponto percentual, para 6,5%, com diluição de despesas, segundo a empresa.
Fluxo de caixa operacional atingiu R$ 188,8 milhões, alta de 207,5% em um ano. A companhia atribuiu o avanço principalmente à melhora no capital de giro.
Capex (indicador de investimento da empresa) somou R$ 130,9 milhões no primeiro semestre, alta de 84,4% em um ano. Os investimentos priorizaram a malha logística, a abertura de centro de distribuição, melhorias na estrutura física e projetos de tecnologia.
O que diz a Pague Menos
A companhia classificou o período como um “trimestre recorde em rentabilidade, com consistentes avanços estratégicos”. A rede encerrou o trimestre com 1.695 lojas, após oito aberturas e um fechamento, e abriu um centro de distribuição na Paraíba.
