Na comparação com o nível pré-pandemia, salto é de 20%. O nível corresponde à comparação do setor em relação ao patamar de fevereiro de 2020, último mês sem os impactos econômicos causados pela Covid-19.
Atividades de transportes (+0,4%) guiaram os avanços. O volume de transporte de passageiros avançou 2,9% frente a junho, enquanto o transporte de cargas expandiu 1%. Com as variações, os segmentos aparecem, respectivamente, 1,5% e 37,8% acima do nível de fevereiro de 2020, mas ainda abaixo dos pontos mais altos das séries.
Retração dos serviços atingiu 14 das 27 unidades da federação. São Paulo (-0,8%) e Rio de Janeiro (-0,7%) lideraram as quedas regionais, enquanto o Rio Grande do Sul (+3%) registrou a principal alta do país e permitiu a estabilidade do setor.
Setor cresceu 0,9% ante o mesmo mês do ano passado. O avanço em relação a julho de 2025 corresponde ao 28º resultado positivo seguido do segmento na base de comparação. A expansão foi acompanhada por três das cinco atividades de divulgação e contou com crescimento em 50,0% dos 166 tipos de serviços investigados.
O que é a PMS
Pesquisa acompanha o comportamento do setor de serviços no Brasil. A análise é divulgada mensalmente a partir da receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação.
