O lucro por ação ajustado foi de US$ 3,32 no trimestre. O valor é 11% maior que os US$ 2,98 registrados no mesmo período de 2025. No critério contábil, o lucro por ação diluído somou US$ 2,97, alta de 10% na comparação anual.
A receita líquida da Visa somou US$ 11,6 bilhões no trimestre. O valor é 14% superior ao mesmo período do ano passado (US$ 10,2 bilhões). Em dólares de câmbio constante, que exclui o efeito da variação cambial, o crescimento foi de 13%, segundo a companhia. Já a receita líquida nos nove primeiros meses somou US$ 33,8 bilhões, aumento de 15,3%
O processamento de dados foi a linha de receita de maior volume, somando US$ 6 bilhões no trimestre. A receita de serviços chegou a US$ 4,9 bilhões e a receita internacional de transações, a US$ 3,9 bilhões. Os incentivos pagos a clientes, que reduzem a receita líquida, subiram 18%, para US$ 4,7 bilhões.
A Visa investiu US$ 1,2 bilhão em propriedades, equipamentos e tecnologia nos nove meses encerrados em junho. O valor é 7,8% maior que no mesmo período do ano anterior. A companhia não divulgou o investimento isolado do terceiro trimestre fiscal.
A dívida total da Visa, somando parcelas de curto e longo prazo, era de US$ 23,9 bilhões em 30 de junho de 2026. O montante é 5,2% menor do que os US$ 25,2 bilhões registrados em 30 de setembro de 2025, fechamento do ano fiscal anterior. A companhia não informou neste balanço uma métrica de dívida líquida.
O que diz a Visa
O consumo de famílias e empresas seguiu resiliente no trimestre, segundo a companhia. A Visa afirma que sua estratégia tem entregado desempenho forte nos pagamentos ao consumidor, nas soluções comerciais e de movimentação de dinheiro e nos serviços de valor agregado. “Como a líder hyperscaler de pagamentos globalmente, estamos projetando, construindo e lançando produtos com velocidade cada vez maior, posicionando a Visa, nossos clientes e o ecossistema para capturar as oportunidades à frente e impulsionar o crescimento”, diz Ryan McInerney, principal executivo da Visa.
