3 em cada 10 adolescentes já provaram vape no país, mostra pesquisa

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3 em cada 10 adolescentes já provaram vape no país, mostra pesquisa

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Influência das redes sociais, necessidade de pertencer a um grupo, falta de espaço para falar sobre suas emoções.

Esses são alguns fatores que têm levado a nova geração a experimentar dispositivos eletrônicos de fumar, popularmente chamados de “vape”.

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), o uso por adolescentes de 13 a 17 anos aumentou de 16,8 para 30% entre 2019 e 2024.

“Muitos acreditam que esses dispositivos são menos prejudiciais do que o cigarro convencional, mas isso é um mito”, alerta Débora Chong, presidente do Departamento Científico de Pneumologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

“Um vape pode conter nicotina equivalente a cinco maços, além de metais pesados”, avisa a médica.

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Prejuízos no curto prazo

Entenda como o corpo pode sofrer desde cedo com o cigarro eletrônico

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Tosse frequente

Pigarrear não é normal. O sintoma está ligado a problemas nas estruturas que filtram impurezas nas vias aéreas. 

Infecções

Não importa a idade, tabagistas estão mais suscetíveis a ataques e complicações por vírus e bactérias. 

Asma

Os episódios se multiplicam, o que aumenta o uso de medicamentos e hospitalizações.

Estado mental

Alta quantidade de nicotina aumenta o risco de adicção. Concentração e memória declinam. 

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EVALI

A sigla se refere a lesões pulmonares severas causadas pelo vape — motivo de preocupação. 

+ Leia também: Pesquisa comprova: vape vicia mais do que cigarro convencional


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