As compras no ramo de supermercados cresceram. A atividade de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo teve o avanço seguido também pelos ramos de móveis e eletrodomésticos (+0,4%), artigos farmacêuticos (+0,2%) e outros artigos para uso pessoal e doméstico (+2,4%).
Segmento de livros, jornais, revistas e papelaria recuou 9,9%. A queda acentuada foi acompanhada pelas atividades de tecidos, vestuário e calçados (-2.6%), combustíveis e lubrificantes (-1,7%) e equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-1,3%),
Setor fecha o primeiro semestre com alta de 1,9%. O ganho em relação ao mesmo período do ano passado foi impulsionado por por sete dos oito grandes setores, com destaque para materiais para escritório (5,5%), artigos farmacêuticos (4,6%), móveis e eletrodomésticos (3,8%), combustíveis e lubrificantes (1,9%) e supermercados (1,3%). A única queda foi registrada por tecidos e calçados (-0,2%).
O que é a PMC
Pesquisa acompanha o comportamento do comércio varejista no Brasil. Para a coleta dos resultados, o IBGE apura a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.
Levantamento é realizado desde 1995, mas passou por diversas alterações. Inicialmente coletada somente na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, a pesquisa foi expandida para as Regiões Metropolitanas de Recife e Salvador e ganhou abrangência nacional no ano 2000.
