*Mark Zuckerberg também anunciou uma nova família de modelos, o Muse Glimmer, pensada para rodar em um laptop – em vez de depender de servidores caros na nuvem.
*A empresa tenta mostrar tração do Meta Superintelligence Labs e justificar um plano de gastos que pode chegar a US$ 145 bilhões neste ano, em meio à cobrança de investidores.
*No discurso, Zuckerberg defendeu que a IA poderosa não deveria ficar concentrada em poucas empresas e descreveu a ideia de “superinteligência para todos”, com um “agente pessoal” capaz de entender objetivos e preferências de cada pessoa.
*Do lado de Musk, a SpaceXAI lançou o Grok 4.6 e afirmou que o modelo chega a um nível de desempenho comparável ao de rivais de ponta, mirando tarefas longas, programação e trabalho de escritório.
*Segundo a empresa, o Grok 4.6 aparece com nota 61 no índice da Artificial Analysis (em par com o últmo modelo da OpenAI e pouco atrás do Fable 5, da Anthropic) e chega ao mercado com preço competitivo, além de distribuição em plataformas como Cursor, OpenRouter, Vercel e Cloudflare.
IAgora?
Até pouco tempo, a sensação era que OpenAI e Anthropic corriam numa pista à parte – com modelos mais capazes e um ritmo de lançamento que deixava as big techs tradicionais parecendo “atrasadas“. Nesta semana, o jogo muda por dois motivos bem práticos:
