A empresa afirma que a fiscalização vai continuar e que o número deve aumentar. “A fiscalização é contínua, e esses números vão continuar crescendo”, disse a Meta, em comunicado.

Meta também diz que está cumprindo as exigências da legislação e que compartilha o objetivo do governo australiano. “Compartilhamos o objetivo do governo australiano de garantir que jovens tenham experiências seguras e adequadas à idade online, e estamos cumprindo nossas obrigações sob a lei”, afirmou a empresa.
Entre as medidas citadas pela companhia está o uso de inteligência artificial para identificar indícios de idade em perfis e publicações. A Meta diz que analisa pistas contextuais, como comemorações de aniversário e menções a séries escolares, além de cruzar essas análises com denúncias de contas suspeitas.
A empresa afirma que também reforçou barreiras para evitar que um usuário crie outra conta após ter o perfil removido. A gigante das redes sociais diz que retirou a opção de fazer novas tentativas de cadastro quando uma conta anterior é apagada.
Por que a Austrália proibiu menores de 16 anos nas redes
A lei australiana entrou em vigor em 10 de dezembro e obriga plataformas a excluir contas de usuários com menos de 16 anos. O governo justificou a medida com preocupações sobre os efeitos das redes sociais na saúde física e mental de crianças e adolescentes
