Minerva aprova aumento de capital de R$ 1,57 mil com exercício de bônus

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Minerva aprova aumento de capital de R$ 1,57 mil com exercício de bônus

A Minerva Foods,  informou nesta terça-feira (18) que o Conselho de Administração aprovou a homologação de um aumento de capital social de R$ 1.576,83, decorrente do exercício de bônus de subscrição por determinados titulares. A operação foi realizada dentro do limite do capital autorizado previsto no estatuto da companhia.

Com o aumento, o capital social da Minerva passou de R$ 3,134 bilhões para R$ 3,134595 bilhões. O número de ações ordinárias também foi ampliado, de 1.000.541.327 para 1.000.541.644 papéis, uma adição de 317 novas ações.

As ações foram emitidas ao preço de R$ 4,97430071556 cada. Segundo a companhia em comunicado na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), os bônus de subscrição haviam sido concedidos como vantagem adicional aos investidores que participaram do aumento de capital aprovado em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 29 de abril de 2025 e homologado pelo Conselho de Administração em junho do mesmo ano.

A Minerva explicou que a concessão dos bônus teve como objetivo estimular a participação dos acionistas naquele aumento de capital. A operação agora homologada, portanto, não representa uma nova captação de recursos em mercado, mas o exercício dos bônus emitidos anteriormente.

As 317 novas ações são ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal. Os papéis terão direito ao recebimento integral de dividendos e de qualquer outra remuneração de capital que venha a ser declarada pela companhia a partir da data do exercício dos bônus, além dos mesmos direitos e benefícios atribuídos às demais ações ordinárias da Minerva.

A empresa destacou ainda que o aumento não decorre de capitalização de lucros ou reservas, conversão de dívida ou plano de opções. A operação foi realizada exclusivamente em razão do exercício dos bônus de subscrição.

O preço de emissão das novas ações foi definido conforme os critérios estabelecidos na ata da Assembleia Geral Extraordinária de 29 de abril de 2025 e com base no artigo 170 da Lei das Sociedades por Ações.

Com a emissão das 317 ações, o impacto sobre a base acionária da companhia é considerado residual, diante do total de mais de 1 bilhão de ações ordinárias em circulação.