
A balança comercial registrou superávit de US$ 7,1 bilhões em julho, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta quinta-feira (6).
🔎 O resultado é de superávit quanto as exportações superam as importações. Quando acontece o contrário, o resultado é deficitário.
O saldo positivo registrou alta de 1% em relação ao mesmo período ano passado, quando somou US$ 7 bilhões.
As exportações para os Estados Unidos caíram 5% em junho na comparação com o ano passado, passando de US$ 3,8 bilhões para US$ 3,6 bilhões.
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💵 Segundo o governo, em julho:
As exportações somaram U$ 34,119 bilhões com aumento de 6,2% pela média diária.
As importações somaram US$ 27,052 bilhões, com aumento de 7,6% pela média diária.
Entre os produtos exportados pelo país, se destacaram em julho:
Óleos brutos de petróleo: US$ 0,96 bilhões, com alta de 23,8%;
Soja: US$ 0,87 bilhões, com aumento de 17,4%;
Animais vivos, não incluído pescados ou crustáceos: US$ 0,03 bilhões, com alta de 29,9%;
Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos): US$ 0,53 bilhão, com crescimento de 63%;
Carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas: US$ 0,22 bilhões, com alta de 31,8%.
Exportações para outros blocos e regiões em julho:
China: alta de 8,6%, para US$ 10,6 bilhões;
Mercosul: queda de 0,4%, para US$ 2,2 bilhões;
União Europeia: alta de 3,9%, para US$ 4,7 bilhões;
México: queda de 4,4%, para US$ 768 milhões;
Oriente Médio: alta de 9,8%, para US$ 1,3 bilhão.
Balança comercial tem superávit de US$ 7,1 bilhões em julho
Divulgação/FIEP
Acumulado do ano
Até julho deste ano, a balança comercial registrou superávit de US$49 bilhões, informou o governo.
Com isso, houve aumento 31,9% na comparação com o mesmo período de 2025, quando o saldo positivo somou US$ 37,2 bilhões.
No acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 218,6 bilhões – alta 10,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, pela média diária.
Já as importações somaram US$ 169,5 bilhões nos sete primeiros meses de 2026, com alta de 5,5% em relação ao mesmo período de 2025, também pela média diária.
