A carteira de crédito do banco chegou a R$ 25 bilhões, o que representa uma alta de 30% em 12 meses. O crédito consignado, que é o empréstimo com desconto direto na folha de pagamento, continuou como o principal destaque, com soma de R$ 18,5 bilhões.
Inadimplência sobe 0,8 ponto percentual e atinge 3,1%. No mesmo período do ano passado, o banco contabilizava 2,3% dos clientes com dívidas por mais de 90 dias. Mesmo com a alta, a inadimplência permanece abaixo da média do SFN (Sistema Financeiro Nacional) divulgada pelo BC (Banco Central).
As receitas com prestação de serviços subiram 76% em um ano, somando R$ 363 milhões. O avanço ocorreu por causa do Meu+, um programa de assistências focado no público acima de 50 anos.
O que diz o Mercantil
Mercantil disse que o semestre mostrou forte adaptação do banco às novas regras do mercado financeiro. O setor passou por mudanças como o consentimento obrigatório no consignado do INSS, novas regras de portabilidade e os efeitos do programa Desenrola 2.0.
Os executivos do banco avaliam que o resultado recorde reflete a consolidação de sua estratégia de diversificação de receitas. Entre os desenvolvimentos destacados pela administração aparece a combinação de uma política seletiva e conservadora de concessão de crédito, focada em linhas de baixo risco.
