Claude: código remove marca d?água após anúncio da Anthropic

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Claude: código remove marca d?água após anúncio da Anthropic

A regra da União Europeia exige que conteúdo sintético seja identificável por máquina. As normas determinam que empresas que oferecem modelos de IA rotulem áudio, imagem, vídeo ou texto gerados artificialmente, sob risco de multas de até 3% do faturamento anual.

Marca-d’água do Claude seria invisível ao leitor e baseada em padrões de linguagem. A Anthropic descreve o método como uma forma de deixar um “rastro” nas escolhas de palavras e frases, detectável por sistemas que saibam procurar esse padrão, sem alterar o sentido do texto.

A ferramenta de remoção aposta em reescritas com outro modelo de linguagem. A técnica atribuída a Meyer usa um modelo que não insere marca-d’água para gerar várias versões do mesmo texto, trocando sinônimos e reorganizando trechos para tentar eliminar o padrão.

Por que a marca-d’água virou alvo?

Meyer diz temer falsos positivos e acusações injustas sobre uso de IA. Ele argumenta que, se a detecção indicar apenas uma probabilidade de um texto ter sido “tocado” pelo Claude, isso pode levar a rejeições indevidas de candidatos ou suspeitas exageradas sobre pesquisadores.

Outros desenvolvedores também criaram métodos para driblar a marcação. A revista Wired cita ferramentas que reorganizam frases, trocam palavras por sinônimos, removem caracteres invisíveis e até estratégias de condensar o texto, traduzir para idiomas ou dialetos com semântica bem diferente e depois traduzir de volta.