Flávio Bolsonaro promete em plano dobrar investimentos federais em segurança pública

Início Notícias Flávio Bolsonaro promete em plano dobrar investimentos federais em segurança pública
Flávio Bolsonaro promete em plano dobrar investimentos federais em segurança pública

No documento, o candidato afirma que usará a força da Presidência da República e a experiência legislativa para aprovar e implementar a castração química de criminosos que abusam de mulheres e crianças. No combate ao feminicídio, a proposta é de monitoramento de agressores de mulheres com medida protetiva com o uso de tornozeleiras eletrônicas.

O documento diz ainda que o Brasil terá cinco novos presídios de segurança máxima no modelo adotado por El Salvador. Junto com os atuais cinco presídios federais, eles formarão o Complexo Federal de Segurança Máxima. “Para tirar o medo do cidadão e botar medo no bandido, ele vai se chamar TREVA. Chefes de quadrilha e marginais de alta periculosidade serão tirados de circulação e isolados.” De acordo com o texto, criminosos não terão acesso a celular nem visita íntima e as visitas serão monitoradas. É prometida ainda uma parceria com os governos estaduais para a criação de meio milhão de novas vagas no sistema prisional em quatro anos, de forma a “zerar o déficit carcerário”.

Monitoramento das fronteiras

É defendida a criação do Sistema Nacional de Fronteira, uma tropa de elite do Exército, da Marinha e da Força Aérea Brasileira, equipada com armas de guerra, inteligência e tecnologia, responsável por criar um paredão na fronteira. “Fuzis e drogas que abastecem 100% das facções serão interceptados por terra, pelos portos e pelo espaço aéreo. Vamos desorganizar o crime organizado e asfixiar o crime física e financeiramente.”

O documento diz ainda que serão usadas tropas especiais da Marinha e da Aeronáutica para ocupar e monitorar, de forma permanente, os portos e aeroportos brasileiros. “Traficante que resistir e enfrentar o Estado vai ser preso ou vai virar pó.”

Segundo o plano, o “novo Governo do Brasil” vai redirecionar os recursos dos detentos às famílias das vítimas e usará “toda a sua força para acabar com a progressão de regime de quem comete crimes hediondos”.