Lucro líquido foi de R$ 404,6 milhões, avanço de 0,02% em um ano. Segundo a companhia, o resultado refletiu o desempenho operacional e a menor alíquota efetiva de IR (Imposto de Renda) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), de 18%. O lucro líquido ajustado, que excluiu efeitos extraordinários líquidos de tributos, foi de R$ 397,3 milhões.
Ebitda Total Ajustado, indicador que mede a geração de caixa, recuou 5,30%, para R$ 844,6 milhões. A companhia atribuiu a queda principalmente ao desempenho do segmento de varejo. A margem Ebitda ficou em 22,9%, baixa de 1,5 ponto percentual.
Margem bruta de varejo alcançou 57,5%, alta de 0,4 ponto percentual. A empresa atribuiu a expansão à maior participação de vendas a preço cheio, aos ganhos de reatividade da cadeia de suprimentos e ao cenário cambial mais favorável.
Investimentos somaram R$ 167,0 milhões. No trimestre, a companhia inaugurou 14 lojas e direcionou recursos para novas unidades, remodelações, manutenção, sistemas, equipamentos de tecnologia e logística.
Caixa líquido terminou junho em R$ 1,16 bilhão, R$ 363,7 milhões abaixo do registrado em dezembro de 2025. A empresa atribuiu a redução principalmente à recompra de ações e ao pagamento de juros sobre capital próprio, parcialmente compensados pelo fluxo de caixa livre.
A Renner concluiu a venda de 100% da Repassa em 30 de junho de 2026. Como contrapartida, recebeu participação acionária de aproximadamente 5,56% na Vestuá Limited, e a Repassa deixará de ser consolidada a partir do terceiro trimestre de 2026.
