O presidenciável criticou a emissora também por não ser convidado para as sabatinas. No fim da semana, ele e seu partido publicaram nota repudiando a decisão da TV Record. “A emissora não apresentou qualquer justificativa objetiva para essa exclusão”, disse. “A Record não tem o direito de escolher, de acordo com a sua conveniência, quais candidaturas o povo brasileiro pode ou não conhecer”, acrescentou nota divulgada pela legenda.
“Rede Record se comporte como amigo da democracia, não como puxa-saco de ladrão”, disse Renan. Fundador do MBL, ele também acusou a emissora de “ajudar por muito tempo” Flávio Bolsonaro, a quem chamou de “cagão” por não participar do debate da Band. No estúdio, em conversa com integrantes do PSD, o presidente do partido Gilberto Kassab classificou o episódio da entrevista com Lula como um “papelão” da Record.
Augusto Cury (Avante) citou a entrevista ao quase desistir de participar do debate. Em frente ao prédio da Band, o candidato afirmou que estava magoado com a polarização e que faltaria ao evento em “protesto” a ausência de Lula e Flávio. “A gota d’água foi o Lula fazer uma entrevista ao vivo na hora do debate”, disse.
Em vez de contribuir com a democracia, chamou aquele bêbado safado para ir lá fazer monólogo. Quero saber se eles vão perguntar se o filho dele, Lulinha, roubou ou não roubou nosso dinheiro no INSS. Quero saber se a Record vai perguntar para o Lula se o governo dele é ou não é um lugar que a turma do Banco Master se esconde ou escore. Record, pergunta as coisas.
Renan Santos, candidato do Missão
