O material alarmista mirava especialmente a população idosa com risco de automedicação. O relatório apontou que as publicações induziam pacientes a abandonar tratamentos convencionais, adiar diagnósticos com profissionais reais e consumir substâncias potencialmente danosas. Contatado pela reportagem, o YouTube disse que não iria se pronunciar sobre o assunto. Os casos foram encaminhados para a Polícia...
