Trump mistura piadas com críticas em jantar em prol de liberdade de imprensa

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Trump mistura piadas com críticas em jantar em prol de liberdade de imprensa

Os dois eventos deste ano marcaram ‌a primeira participação de Trump, na qualidade de presidente, no jantar dos correspondentes. Ele havia boicotado o evento nos anos anteriores de seu mandato, embora tenha prometido voltar no ano que vem.

Defensores da liberdade de ⁠imprensa criticaram o governo Trump pelas ações judiciais movidas contra organizações de mídia, pelas restrições ao acesso de alguns jornalistas e pelas ameaças de medidas contra emissoras. Ele rejeita as críticas, afirmando que seu governo está promovendo a prestação de contas e combatendo o viés.

O evento de sexta-feira também homenageou o agente do Serviço Secreto Victor Gonzales, que foi baleado em um posto de controle de segurança do lado de fora do salão de baile em abril ​e é considerado o responsável por impedir ​o ataque, bem como a equipe do Washington Hilton que prestou assistência aos convidados. Gonzales sobreviveu graças ao colete à prova de balas que usava.

O jantar foi transferido para um local menor no hotel Waldorf Astoria, sob segurança reforçada, e uma das primeiras mensagens da noite foi de resistência diante do ataque.

“Não cedemos à violência política… Nenhum perdedor perturbado com uma arma jamais mudará isso”, disse Trump, fazendo eco aos sentimentos expressos por outros oradores.

Ainda assim, ele não resistiu a lançar calúnias contra seus críticos na imprensa e no mundo do entretenimento, destacando para ataques jornalistas como Don Lemon e Lawrence O’Donnell, políticos como Chris Christie e Adam Schiff, e celebridades, incluindo Bruce Springsteen e Jane Fonda.