Zema disse que hoje a legislação dificulta a vida do empregado. “O que eu quero é que empregado e empregador falem ‘eu vou trabalhar aqui tantas horas’, fico no local e minha vida facilita”, afirmou ele. O candidato disse também que os contratos trabalhistas hoje no Brasil são um convite à informalidade.
Candidato também comentou a relação entre Brasil e EUA. O presidenciável disse que, se eleito, iria para Washington e não voltaria sem uma resolução. “Temos presidente aqui que fica com pompa, ‘o Brasil é soberano'”, disse ele se referindo ao adversário candidato a reeleição pelo PT, o presidente Lula. “Enquanto milhões de brasileiros podem perder o emprego. O Brasil pode ser soberano, mas isso não exclui o presidente ter de ir lá e negociar.”
Zema criticou a composição dos Brics e disse que o bloco “não tem nada de democrático”. “Os Brics não são um bloco econômico, quero que o Brasil melhore as relações com a China e com todos os países do mundo, mas ter boas relações comerciais não significa que tem que pertencer ao mesmo grupo”, afirmou. “Brasil deveria ser nem pró-China, nem pró-EUA. Essa retaliação americana é muito em virtude disso, os EUA falou ‘com quem o Brasil está andando? É com Cuba, Venezuela.”
Bets, taxa de juros e preços dos alimentos
O candidato dedicou a agenda da primeira semana de campanha a abordar problemas enfrentados pelos brasileiros como a disseminação das bets, preços dos alimentos em visita a feira de Guaianazes, desafios de entregadores e comerciantes.
“A rua 25 de Março é um ponto turístico de São Paulo, tem nordestino, tem mineiro”, disse Zema. O candidato foi abordado por pedestres que passavam pelo local. Ex-governador de Minas Gerias, Zema ouviu pedestres que falavam sobre cidades do estado mineiro.
