O resultado foi puxado pelos segmentos de Frango e Alimentos Preparados. O lucro operacional ajustado de Frango subiu de US$ 448 milhões para US$ 488 milhões, com alta de preço médio de 2,2% e volume 1% maior. Já o de Alimentos Preparados recuou de US$ 334 milhões para US$ 321 milhões. O segmento de Boi seguiu no vermelho: o prejuízo operacional ajustado passou de US$ 116 milhões para US$ 138 milhões, em um trimestre no qual o volume vendido caiu 15,9% e o preço médio subiu 12,1%.
O lucro por ação diluído, na métrica contábil, saltou de US$ 0,17 para US$ 0,52. A variação foi impulsionada pela ausência, neste ano, do impairment (baixa contábil do valor de um ativo que perdeu valor de mercado) de ágio de US$ 343 milhões registrado no mesmo trimestre de 2025. Na métrica ajustada, o lucro por ação foi de US$ 0,99, alta de 8,8% em um ano.
No acumulado dos nove meses do exercício fiscal, a receita somou US$ 41,83 bilhões, alta de 3,1% em um ano. O lucro por ação diluído, na métrica contábil, foi de US$ 1,49, alta de 24,2%; na métrica ajustada, de US$ 2,83, queda de 4,7%. O investimento (capex, gasto em máquinas, obras e tecnologia) somou US$ 556 milhões, 19,5% menor que no mesmo período de 2025.
A dívida líquida da companhia era de US$ 7,27 bilhões ao fim do trimestre. O valor é 4,4% menor que os US$ 7,60 bilhões do fechamento do exercício fiscal anterior, em setembro de 2025.
A companhia reduziu a dívida bruta total em US$ 824 milhões nos últimos nove meses. A relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado (indicador que mede a geração de caixa) ficou em 2,1 vezes, estável no período.
A Tyson Foods limitou as comparações de seu balanço financeiro às variações anuais e ao acumulado de nove meses. O relatório oficial do terceiro trimestre fiscal de 2026 não apresenta tabelas ou dados que cruzem o desempenho atual com o período encerrado em março de 2026.
