Mais de 31 bilhões de notas estão em circulação, em comparação com 24 bilhões pouco antes da pandemia de Covid-19, em 2019. A nota mais popular em 2025 era a de 50 euros, seguida pela de 100 euros. Em termos proporcionais, a quantidade de notas em circulação equivale a 5.000 euros para cada cidadão da Zona do Euro.
O paradoxo do dinheiro vivo na Europa
Philip Lane, economista-chefe do BCE, afirmou recentemente que o estoque total de cédulas continua a crescer. O número de notas está diminuindo nas transações financeiras, ao mesmo tempo em que aumenta em razão dos estoques pessoais.
O BCE afirma que o dinheiro em espécie é uma parte fundamental da “prontidão nacional para crises”, a capacidade de cada país de antecipar, prevenir e reagir a crises internacionais como conflitos, desastres naturais, apagões de energia, crises de saúde e outras.
“A demanda por dinheiro em espécie durante crises — como a crise financeira de 2008, a crise da dívida soberana europeia e a pandemia de Covid-19 — ressalta a sua importância, especialmente em tempos turbulentos”, disse Piero Cipollone, membro do conselho executivo do BCE.
Em 2025, os cidadãos da UE foram aconselhados a estocar alimentos, água e itens essenciais suficientes para 72h em caso de emergência, como os incêndios florestais e outras catástrofes, além do risco de ciberataques.
