Maiores crescimentos reverteram dois meses seguidos de perdas. Nos meses de maio e junho, as atividades que impulsionaram o dado positivo acumularam quedas de 12,5% (equipamentos de informática), 3,3% (produtos alimentícios) e 11,7% (coque, produtos derivados do petróleo).
Indústrias extrativas lideraram as perdas registradas em julho. A produção da encolheu 1% e amargou a terceira taxa negativa consecutiva, acumulando perda de 4,1% no período. Também recuaram os ramos de impressão e reprodução de gravações (-17,2%), produtos diversos (-9,0%), metalurgia (-1,4%), produtos químicos (-0,8%) e celulose, papel e produtos de papel (-1,3%).
Ano
Em relação a julho de 2025, a indústria encolheu 0,5%. O resultado interrompe uma sequência de quatro meses de resultados positivos na base de comparação. O setor ainda acumula altas de 1,1% no acumulado deste ano e de 0,6% nos últimos 12 meses, resultados inferiores aos apresentados no mês de junho.
Bens de capital registraram a quarta taxa negativa seguida. A queda do 2,4% na comparação com o mesmo período do ano passado precede as perdas registradas em junho (-1,8%), maio (-6,6%) e abril (-4,9%). Em julho, a baixa entre os produtos utilizados na produção de outros bens ou serviços foi guiada pelos bens de capital agrícolas (-31,6%) e de uso misto (-7,6%).
Alguns subsetores de bens e capital cresceram em um ano. As altas interanuais foram contabilizadas pelos equipamentos de transporte (4,1%), para construção (9,8%), para energia elétrica (2,5%) e para fins industriais (0,4%).
