Michelle Bolsonaro é internada novamente com enxaqueca e recebe previsão de alta

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Michelle Bolsonaro é internada novamente com enxaqueca e recebe previsão de alta

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro voltou a ser internada com um quadro de enxaqueca refratária. Em campanha para o Senado pelo Distrito Federal, ela deu entrada no Hospital DF Star, em Brasília, na terça-feira, 22.

Michelle tem convivido com episódios recorrentes de dor de cabeça e já havia sido internada para tratar o problema no começo de agosto. No momento, segundo informações divulgadas pelo hospital, ela tem previsão de alta para esta quarta, 23.

O que é a enxaqueca refratária

Em episódios anteriores, a equipe de Michelle Bolsonaro ressaltou que a política sofre com quadros de enxaqueca crônica e refratária.

O Ministério da Saúde define o problema crônico como crises dolorosas que ocorrem em 15 ou mais dias do mês, por mais de três meses, sem que haja abuso de medicamentos para explicar a dor.

Além disso, a enxaqueca refratária se refere a um quadro que não melhora com o uso de medicamentos corriqueiros para aliviar a dor, como é o caso de analgésicos de administração oral.

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Não se sabe exatamente por que algumas pessoas com enxaqueca evoluem para um quadro crônico e refratário. No entanto, o problema costuma ser mais comum em mulheres.

Também há um componente hereditário, sendo comum que várias gerações de uma mesma família convivam com o desconforto.

Segunda internação em dois meses

Nos primeiros dias de agosto, Michelle Bolsonaro já tinha precisado se internar em função da enxaqueca, o que a impediu de participar da convenção do PL que confirmou sua candidatura ao Senado Federal.

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Na ocasião, a ex-primeira-dama foi submetida a um bloqueio anestésico de nervos cranianos e pericranianos. O procedimento envolve a injeção de anestésico local para aliviar a dor, com boas respostas no curto prazo.

Em muitos pacientes, porém, o alívio costuma ser apenas temporário, exigindo novas intervenções no futuro, como foi o caso de Michelle. A nova crise começou dois dias antes da atual internação, cerca de sete semanas após o último tratamento.

Segundo a equipe que atende a política, ela já passou por um novo bloqueio com anestésico e corticoide, buscando aliviar a dor e inflamação nos nervos que impactam no quadro.

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