Alimentação para cães idosos: 6 dicas para garantir saúde ao pet nessa fase da vida

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Alimentação para cães idosos: 6 dicas para garantir saúde ao pet nessa fase da vida

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Vale para humanos, vale para cães: com a idade, mudam também as necessidades nutricionais de um corpo que naturalmente começa a perder massa muscular e óssea, além de se inclinar cada vez mais a hábitos sedentários.

Ainda que o apetite de um cão idoso até possa se manter parecido com o da juventude, após uma certa idade é importante que os tutores comecem a se atentar para a mudança naquilo que seu amigo de quatro patas precisa. Via de regra, essa transição ocorre por volta dos oito anos de vida do animal.

O mercado oferece rações específicas para cães idosos, que facilitam bastante a tarefa de manter uma alimentação balanceada após o envelhecimento canino, mas é comum que um pet habituado à “comida de gente” siga interessado nesses itens, exigindo ajustes no cardápio.

Confira alguns pontos de atenção para a dieta canina na terceira idade.

1. Mais proteínas magras

O envelhecimento traz perdas naturais de massa muscular e óssea, como ocorre com seres humanos. A proteína continua sendo fundamental na alimentação do animal, mas, com uma necessidade calórica cada vez menor, é importante investir em carnes de mais qualidade nutricional e menos gordurosas, como frango ou alguns tipos de peixe.

2. Menos calorias

Com o passar da idade, o cão fica menos ativo. Ele já não vai gastar tanta energia como antes, e esse sedentarismo é um convite ao ganho de peso, que também prejudica a saúde: é preciso diminuir a ingestão calórica para lidar com a nova fase, o que pode passar por reduzir algumas porções e, novamente, minimizar gorduras.

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3. Foco nas gorduras boas

Mas atenção: reduzir gorduras não significa eliminá-las por completo. O que é preciso é aumentar a ingestão daquelas consideradas “boas”, como o ômega-3 e o ômega-6, que favorecem a saúde neurológica e das articulações, aspectos importantes na velhice. Além de rações específicas que incluem esses nutrientes, peixes e linhaça são alguns dos alimentos que podem dar uma forcinha.

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4. Vitamina E

Estudos demonstram que doses adequadas de vitamina E potencializam a ação dos “ômegas” citados acima, também ajudando por si própria em função da ação antioxidante desse micronutriente. Ela é encontrada em alimentos como ovos (que devem ser sempre cozidos) e batata-doce, e ajuda a controlar a inflamação crônica e a saúde imunológica.

5. Fibras e água

Alimentos ricos em fibras são importantes para que a saúde gastrointestinal do animal fique em dia. Vale também não descuidar da hidratação: assim como ocorre em humanos, cães mais velhos tendem a beber menos água, devido a uma menor sensação de sede, alterações metabólicas e à própria redução da mobilidade que os faz procurar menos o local da casa onde se hidratam.

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O recomendado é ter mais potes com água espalhados pela casa e, sempre com orientação profissional, substituir a ração seca por úmida quando indicado.

6. Quando suplementar?

Ao envelhecer, seu cão precisa de visitas mais frequentes ao médico veterinário, para avaliar qualquer alteração antes que ela se torne um problema mais sério.

Essas consultas também servem para orientar quanto à necessidade de suplementar algum nutriente: embora seja possível manter o bicho saudável com rações específicas e alimentos selecionados, o avanço da idade e o surgimento de doenças crônicas podem alterar esse cenário.

Pode ser necessário investir em vitaminas ou minerais específicos para as necessidades do seu cão, ou adicionar algum tipo de probiótico para favorecer a saúde digestiva, por exemplo. Só um veterinário pode orientar da maneira mais correta o que pode ajudar (e o que é desperdício de dinheiro), considerando as circunstâncias individuais do seu pet.