Lucro líquido somou R$ 340,8 milhões no trimestre, alta de 11,88% em um ano. Este resultado exclui eventos extraordinários do trimestre. A companhia atribuiu o avanço às receitas de mídia e desenvolvimento imobiliário e aos ganhos de eficiência nas despesas.
Receita líquida alcançou R$ 732,3 milhões, crescimento de 11,57% em relação ao segundo trimestre de 2025. Segundo a companhia, as verticais de desenvolvimento imobiliário e mídia impulsionaram o resultado.
Despesas gerais e administrativas caíram 5,61%, para R$ 105,8 milhões. A companhia atribuiu a redução ao programa de eficiência organizacional implementado desde o terceiro trimestre de 2025, apesar do reajuste salarial aplicado em maio.
Ebitda ajustado chegou a R$ 525,4 milhões, alta de 10,44% em um ano. O crescimento da receita líquida e os ganhos de eficiência nas despesas contribuíram para o resultado, segundo a companhia.
Margem Ebitda ficou em 71,7%, queda de 0,73 ponto percentual em um ano. A companhia informou que o avanço da mídia afetou a margem, pois essa vertical tem rentabilidade menor que a operação de aluguel.
Vendas totais dos lojistas somaram R$ 10,47 bilhões, alta de 3,39%. Segundo a companhia, o resultado foi impactado pelo descasamento da Páscoa entre 2026 e 2025 e pelos jogos da Copa do Mundo Fifa.
