Atentados de 11 de Setembro: como a aviação parou há 25 anos e o que mudou

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Atentados de 11 de Setembro: como a aviação parou há 25 anos e o que mudou

O quarto avião, o voo 93 da United Airlines, decolou de Newark, em Nova Jersey, com destino a São Francisco. Após os passageiros e tripulantes se rebelarem contra os sequestradores, a aeronave caiu em um campo próximo a Shanksville, na Pensilvânia, às 10h03. As 44 pessoas a bordo morreram, entre elas, os quatro sequestradores. No total, os ataques mataram 2.977 pessoas (a bordo e no solo), sem contar os 19 sequestradores.

‘América está sob ataque’

O presidente George W. Bush participa de sessão de leitura na Escola Primária Emma E. Booker, em Sarasota, Flórida. Em instantes, ele receberia a notícia de que o país estava sob ataque
O presidente George W. Bush participa de sessão de leitura na Escola Primária Emma E. Booker, em Sarasota, Flórida. Em instantes, ele receberia a notícia de que o país estava sob ataque Imagem: Eric Draper/11.set.2001/Presidência dos EUA

O então presidente George W. Bush estava em um evento, em uma sala de aula na Flórida, quando o chefe de gabinete da Casa Branca, Andy Card, aproximou-se e sussurrou em seu ouvido: “Um segundo avião atingiu a segunda torre. A América está sob ataque”. Bush permaneceu sentado por vários minutos, aparentemente buscando projetar calma diante das crianças, antes de ser retirado às pressas e levado para o avião presidencial Air Force One (Força Aérea Um).

Nos minutos seguintes, a aeronave voou em rotas não divulgadas, voando entre bases militares, enquanto o presidente recebia informações sobre a situação. Paralelamente, a aeronave E-4B Doomsday Plane, conhecida como o avião do Juízo Final, centro de comando aerotransportado projetado para sobreviver a um ataque nuclear, foi ativado e permaneceu em alerta, garantindo a continuidade do governo caso a situação se agravasse.