Bolovo volta do ‘fim do mundo’ com pretensão de contar novas histórias

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Bolovo volta do ‘fim do mundo’ com pretensão de contar novas histórias

A ideia do Go Out Studios é transformar em oferta comercial algo que a Bolovo já fazia organicamente: criar conteúdo, mobilizar sua comunidade, desenvolver conceitos e ajudar marcas a contar histórias dentro de territórios que façam sentido para seu público. Fazemos collabs com muitas marcas. Mas, às vezes, entregava o planejamento estratégico e a parte criativa inteira. Agora, chegou a hora de irmos além disso.
Deco Neves, fundador da Bolovo

A marca que nasceu de uma produtora

A dúvida sobre ‘o que é’ a Bolovo não é nova. A empresa começou como um grupo de amigos que produzia vídeos, em uma época anterior ao YouTube e outras redes sociais. O primeiro CNPJ veio quando o grupo passou a trabalhar na MTV. Ao mesmo tempo, os amigos vendiam camisetas com a marca Bolovo para financiar aquele universo de vídeos e viagens, além de apoiar alguns atletas.

A roupa acabou se tornando o negócio principal. A decisão também foi uma forma de preservar a liberdade criativa: em vez de transformar a produção audiovisual em prestação de serviço para outras empresas, a Bolovo criou uma marca capaz de financiar as próprias ideias.

De collab a parceria de negócio

A Bolovo acumulou, ao longo dos anos, colaborações com marcas como Havana, Fila, Lagunitas e Rider. Nesses projetos, conta Deco, os parceiros começaram a procurar não apenas a roupa, mas também o jeito Bolovo de contar histórias.