Com mais uma polícia atuando sob o governo federal, Caiado diz que a corporação responderia ao Ministério da Segurança Pública. Recentemente, o candidato anunciou que vai convidar o promotor do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público de São Paulo, Lincoln Gakiya, para chefiar a pasta.
Com Gilberto Kassab (PSD) de vice, Caiado acusou o governo de “abafar” e “cooptar” os partidos políticos para não estarem em outras chapas. O principal concorrente de Lula (PT), o candidato Flávio Bolsonaro (PL), também teve de escolher para a vice o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), que é do próprio partido.
Caiado disse que se Kassab não o tivesse lançado à Presidência da República, a disputa seria apenas entre Lula e Flávio. Mas a disputa conta com outros nomes, como Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante).
Caiado promete anistia
Candidato voltou a prometer uma “anistia ampla, geral e irrestrita” aos condenados do 8 de Janeiro. Se eleito, Caiado diz que enviará um projeto para o Congresso Nacional para garantir perdão aos envolvidos na tentativa de golpe.
Medida serviria para “pacificar” o país, justificou Caiado. “O traço do brasileiro não é de construir o ódio. Desde o império você tem anistia. Há momentos importantes em que Juscelino Kubitschek sofreu uma tentativa de golpe, propôs uma anistia e foi trabalhar. Precisamos acabar com essa polarização e pacificar o país.”
