Startups do setor, como a Polymarket, permitem que os usuários façam apostas em contratos de eventos sobre temas variados que incluem política, esportes e entretenimento. O setor se expandiu rapidamente nos últimos anos, atraindo uma grande base de participantes.
Críticos afirmam que as plataformas são pouco mais do que jogos de azar e podem representar riscos relacionados ao uso de informações privilegiadas e a comportamentos que geram dependência.
A carta, citando reportagens da imprensa, afirma que a Polymarket teria supostamente conspirado com agentes de marketing e influenciadores das redes sociais para atingir jovens adultos e, potencialmente, menores de idade com publicidade falsa e enganosa.
“Estamos ansiosos para dialogar com a Câmara Municipal de Nova York sobre esse assunto”, disse um porta-voz da Polymarket em comunicado enviado à Reuters.
A investigação da Câmara Municipal de Nova York pode se tornar um teste decisivo para a Polymarket e outras plataformas preditivas, à medida que defendem seu modelo de negócios contra reguladores estaduais que contestam contratos de eventos, incluindo mercados relacionados a esportes.
A Polymarket é regulamentada pela Comissão de Negociação de Futuros de Commodities dos EUA (CFTC). No início deste ano, a CFTC moveu uma ação contra o estado de Nova York, acusando-o de usurpar a autoridade federal ao processar empresas de mercados preditivos com base em leis de jogos de azar.
