Melhorias na performance operacional e financeira e na qualidade do serviço ao cliente pautaram o avanço do lucro, segundo a companhia. A margem líquida ficou em 3,6%, alta de 1,8 ponto percentual em um ano.
Receita líquida chegou a R$ 3,77 bilhões, alta de 2,4% em um ano. A companhia atribuiu o resultado ao aumento da tarifa de RAC, ao maior yield de GTF e ao crescimento do volume de diárias.
O Ebitda (indicador que mede a geração de caixa) somou R$ 1,69 bilhão, aumento de 22,3% em um ano. A margem Ebitda atingiu 44,8%, avanço de 7,3 pontos percentuais.
O Ebit alcançou R$ 1,02 bilhão no trimestre, alta de 29,3% em um ano. As despesas gerais e administrativas totalizaram R$ 420,9 milhões, aumento de 13,9% na comparação anual.
O Capex (indicador de investimento da empresa) líquido total atingiu R$ 2,41 bilhões, alta de 108,5% em um ano. Segundo a companhia, o investimento refletiu a renovação da frota. No RAC, também incluiu o crescimento da frota para a sazonalidade do terceiro trimestre, enquanto no GTF contemplou novos contratos implantados no período.
A despesa financeira líquida foi de R$ 845,6 milhões, aumento de 21,8% em um ano. A companhia atribuiu a variação principalmente ao aumento de 7,4% da dívida bruta e à redução de 13,2% das receitas financeiras associada ao saldo médio de caixa e à sua rentabilidade.
