A Hyundai é outra marca que está ao lado da Fifa desde o século passado: o patrocínio da montadora ao futebol feminino teve início em 1999.
“Não adianta apenas surgirmos na época dos torneios. O futebol feminino precisa ter um fortalecimento em suas bases, é uma modalidade que precisa de atenção. Até por isso, também somos patrocinadores da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro”, lembrou a executiva da Hyundai.
Copa como plataforma de negócios
Para a Visa, o aprendizado da Copa masculina passa por outro território: transformar o patrocínio em uma plataforma capaz de gerar negócios para toda a cadeia.
Carla Mita destacou que a Visa não se posiciona apenas como uma empresa de meios de pagamento, mas como uma companhia de tecnologia. Em uma Copa do Mundo, isso significa preparar a infraestrutura para momentos de concentração extrema de consumo.
“Restaurantes, hotéis, lojas, transporte e comércio em geral precisam estar preparados para receber um volume muito maior de consumidores. Ao mesmo tempo, bancos, fintechs e adquirentes precisam garantir que as transações aconteçam com segurança. A tecnologia, portanto, fica nos bastidores de uma experiência que o consumidor deveria perceber como simples. A gente não é só um meio de pagamento. A Visa hoje é uma empresa de tecnologia”, afirmou Carla.
