O técnico Abel Ferreira revelou que o valor de mercado do atual elenco do Palmeiras atingiu R$ 1,4 bilhão. A declaração foi feita na última quarta-feira (5), após a classificação da equipe para as quartas de final da Copa do Brasil, em um contexto de valorização e busca por títulos.
Apesar do montante expressivo e da valorização dos atletas, a intenção do departamento de futebol, presidência e comissão técnica é manter todos os jogadores. O foco principal é conquistar os objetivos esportivos e levantar títulos em 2026, mesmo diante das propostas que surgem.
Na visão de Abel Ferreira, o Palmeiras deveria ser um exemplo a ser seguido pelos demais clubes do futebol brasileiro. Ele atribui parte da valorização dos jogadores ao seu próprio trabalho e ressalta o projeto do Verdão, que se destaca por ter um dos elencos mais jovens do país.
O que Abel Ferreira disse
“Ganhar títulos. Isso que me motiva, por isso estou no Palmeiras. É o que temos feito nos últimos anos. O elenco do Palmeiras, hoje, vale R$ 1,4 bilhão. A equipe mais jovem que luta por títulos é o Palmeiras, que teve gestões responsáveis, ganhou e investiu. É o que me faz acreditar e estar aqui”, afirmou o técnico.
Ele complementou, reforçando a importância do planejamento: “É um clube que deveria ser imitado por outros clubes brasileiros. Tivemos vários jogadores da base hoje (contra o Fortaleza, na Copa do Brasil). Sabemos dos riscos e de possíveis vendas. O que me dá a chama é um clube com projeto”.
Propostas recusadas e meta de vendas
O alto valor de mercado revelado pelo treinador se reflete nas propostas que o Palmeiras tem recebido. O clube recebeu ofertas que, somadas, totalizariam cerca de 55 milhões de euros (equivalente a R$ 322 milhões) por dois de seus atletas, Flaco López e Allan.
No entanto, o Verdão recusou essas investidas, avaliando que os jogadores valem ainda mais do que o oferecido. O Palmeiras tem uma meta orçamentária de arrecadar R$ 399 milhões com a venda de atletas, mas a aposta atual é na manutenção do elenco bilionário para garantir títulos e, assim, cobrir um possível “buraco” no orçamento.
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