
Ler Resumo
A comida chegou! E o organismo se mobiliza para entregá-la no lugar certo e processá-la com a maior eficiência.
Nessa rede de logística, um dos setores acionados é o pâncreas, um órgão fundamental para o alimento virar energia.
Na foto acima, você vê as células produtoras das enzimas digestivas que, direcionadas por um ducto (no centro da imagem), ajudam a quebrar nutrientes lá no intestino delgado.
Essa é a chamada função exócrina do pâncreas: a produção de sucos digestivos ricos em enzimas como amilase, lipase e protease, responsáveis por fracionar carboidratos, gorduras e proteínas em partículas pequenas o suficiente para serem absorvidas.
E tem mais: o serviço pancreático ainda libera insulina sob medida — e é graças a esse hormônio que a glicose se transforma no combustível do corpo.
É justamente nesse ponto da linha de produção que as famosas “canetas emagrecedoras” — que são medicamentos para tratar a obesidade e o diabetes tipo 2 —, entram em cena.
Elas funcionam como sósias do GLP-1, um hormônio que o próprio intestino fabrica assim que a comida chega.
A cópia sintética se encaixa nos receptores das células do pâncreas e dá a ordem: liberar mais insulina e segurar o glucagon, um hormônio que faz o açúcar no sangue subir.
100 gramas
É quanto pesa, em média, o pâncreas de um adulto — ele tem entre 12 e 18 centímetros de comprimento.
25 substâncias
São fabricadas por esse órgão, entre enzimas que atuam na digestão e hormônios que regulam o metabolismo.
Acesse as notícias através de nosso app
Com o aplicativo de VEJA SAÚDE, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja, Claudia e Superinteressante.
Também não deixe de assinar nossa newsletter e receber gratuitamente conteúdos selecionados na sua caixa de entrada. Basta inserir o e-mail no formulário abaixo:
