O problema, na visão da executiva, é que o amargor pode afastar parte do público. A empresa identificou espaço para uma versão que preserve a leveza do spritz, mas dialogue com a preferência do brasileiro por sabores mais adocicados.
A estratégia também passa por tirar complexidade do preparo. O Ramazzotti Spritz, por exemplo, leva metade da taça de espumante brut ou seco, metade de Ramazzotti, água com gás e laranja. “A proposta que a gente tem de Ramazotti Spritz é um drinque leve, refrescante e fácil de fazer”, afirma Renata.
A simplicidade, diz ela, vale tanto para quem prepara a bebida em casa quanto para bares, onde receitas muito elaboradas podem dificultar a operação.
Para a Pernod Ricard, o lançamento de Ramazzotti Rosato não é apenas a chegada de uma nova marca ao portfólio, mas uma tentativa de ocupar uma ocasião que hoje pode não ser atendida por outras bebidas da companhia.
“O Ramazzotti Spritz tem essa proposta mais leve e refrescante. Ela vai entrar em momentos que, hoje, o gin não é buscado e que as nossas marcas de vodka não são tão buscadas”, diz Renata.
Ramazzotti Rosato chega ao mercado em garrafas de 700 ml, com 15% de teor alcoólico e preço médio de R$ 52,90. A bebida já está disponível em bares, supermercados e no e-commerce.
