Por que é difícil prever terremotos como o da Colômbia

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Por que é difícil prever terremotos como o da Colômbia

O uso de inteligência artificial é uma aposta para identificar padrões, mas ainda não entrega precisão. Pesquisadores tentam usar grandes bases de dados para encontrar sinais antes de abalos, mas ainda há incerteza sobre quais variáveis analisar e falta de dados completos de décadas passadas.

E no Brasil: pode acontecer algo como na Colômbia?

O Brasil não está sobre bordas de placas tectônicas, mas registra terremotos e pode sentir tremores de países vizinhos. Parte dos abalos sentidos aqui pode ser reflexo de terremotos com epicentro em outros pontos da América Latina, como ocorreu com o tremor percebido em Manaus após o evento na Colômbia.

Em geral, os abalos no país são menos intensos e dificilmente chegam a 4,5 de magnitude. Ainda assim, já houve tremores acima de 5,0 e o maior registrado no Brasil foi em 1955, na Serra do Tombador (MT), com magnitude 6,6, sem mortes por ter ocorrido em área pouco habitada.

O país também pode ter sismos induzidos por ação humana em situações raras. Entre as causas citadas estão construção de barragens, mineração e injeção de água e gás sob pressão no subsolo, além de extração de fluidos como petróleo.

* Com informações de reportagens publicadas em 25/06/2026, 25/06/2026, 10/08/2026, 10/08/2026, 10/08/2026, 10/08/2026 e 06/02/2023.