O seguro Auto, principal motor do segmento de danos, movimentou R$ 30,7 bilhões em prêmios, crescimento nominal de 6,3%. Por outro lado, o seguro Rural registrou retração de 3,6%, somando R$ 5,95 bilhões, em meio à pressão causada por cortes na subvenção pública e volatilidade no agronegócio.
No ramo de pessoas, o seguro de vida registrou incremento anual de 10,3% no acumulado até junho, a R$ 20 bilhões, enquanto o prestamista cresceu 19,2%, a R$ 12,44 bilhões.
Nos produtos de previdência e acumulação, as contribuições até junho atingiram R$ 77,7 bilhões, um recuo de 5,6% em termos nominais. O desempenho da categoria seguiu impactado pelo comportamento dos planos VGBL, cujas contribuições somaram R$ 69,8 bilhões, baixa anual de 7,1%. O segmento segue impactado pelas mudanças nas regras do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), com incidência sobre aportes superiores a R$ 600 mil por ano.
Já a área de capitalização registrou receitas de R$ 15,6 bilhões de janeiro a junho, contração nominal de 7,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
No acumulado do primeiro semestre deste ano, o setor segurador retornou à sociedade R$ 126,2 bilhões em indenizações, resgates, benefícios e sorteios, uma queda nominal de 3,9% no comparativo anual.
Considerando apenas o mês de junho, a arrecadação do setor somou R$ 34,23 bilhões, uma expansão de 13,4% em relação ao mesmo mês de 2025 e de 2,8% ante maio de 2026.
