O fluxo de caixa operacional alcançou R$ 3,77 bilhões, alta de 366,7% em um ano. A companhia informou consumo de R$ 354 milhões de capital de giro, associado ao descasamento no recebimento de cerca de R$ 600 milhões em contas a receber.
A dívida líquida terminou o trimestre em R$ 16,06 bilhões, queda de 13,7% ante o primeiro trimestre. A alavancagem, relação entre a dívida e a geração de caixa, caiu para 1,3 vez, ante 2,0 vezes no trimestre anterior.
O Capex consolidado foi de R$ 348 milhões, recuo de 21,1% em um ano. A companhia disse que direcionou recursos do trimestre para amortizar dívidas e ampliar a rede embandeirada.
O retorno sobre o capital investido (ROIC) da Vibra Distribuição atingiu 27,1%, aumento de 13,0 pontos percentuais em um ano. A companhia atribuiu a variação ao aumento do NOPAT dos últimos 12 meses, de R$ 3,4 bilhões para R$ 6,7 bilhões, e à gestão do capital investido.
O volume total comercializado chegou a 9.053 mil m³, alta de 3,8% em um ano, segundo a companhia. A rede de postos vendeu 5.800 mil m³, alta de 6,1%, enquanto as vendas B2B somaram 3.253 mil m³, queda de 0,2%.
Nas operações de renováveis e Comerc, o Ebitda ajustado caiu 16,1%, para R$ 188 milhões. A companhia atribuiu o recuo ao desempenho da comercializadora, à menor geração solar e eólica e ao corte na geração (curtailment) de 27,9% nas usinas solares centralizadas.
