A receita caiu 6,1% em relação ao ano anterior, para 108,9 bilhões de iuanes, ficando também abaixo da previsão consensual de 112,2 bilhões.
“Aumentos significativos nos custos dos principais componentes, incluindo memória, juntamente com a intensificação da concorrência no setor, continuaram a criar dificuldades para nossos negócios”, afirmou a Xiaomi em seu comunicado de resultados.
CUSTOS DE MEMÓRIA PERMANECEM ALTOS
Em uma teleconferência após a divulgação dos resultados, o presidente da Xiaomi, William Lu, disse que os custos de memória permaneceram em níveis historicamente altos no segundo trimestre, já que os custos mais elevados dos componentes pesaram sobre as margens nos negócios de smartphones e tablets da Xiaomi.
A receita com smartphones da Xiaomi caiu 7,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, para 42,1 bilhões de iuanes, enquanto sua margem bruta no setor de smartphones recuou de 11,5% no ano anterior para 8,5%.
A Xiaomi, classificada como a terceira maior fabricante mundial de smartphones, vendeu 31,2 milhões de unidades no trimestre, uma queda de 26% em relação ao ano anterior, registrando um segundo trimestre consecutivo de queda, informou a empresa de pesquisa Omdia.
