A Colômbia vai unificar escritórios na França e na Itália. A medida afeta locais onde o país também mantém representação em órgãos internacionais, como a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura).
A economia gerada com os fechamentos será destinada para a área de segurança. De la Espriella afirmou que a medida trará mais eficiência e que os serviços aos cidadãos no exterior serão garantidos por meio de outras embaixadas.
O novo governo também planeja abrir uma embaixada na Nigéria. Segundo o presidente eleito, a nova representação permitirá reorganizar a presença colombiana no continente africano.
A decisão sobre a Nicarágua coincide com o endurecimento do regime de Daniel Ortega. Recentemente, o governo nicaraguense anunciou uma reforma legislativa para impedir a participação de partidos de oposição nas eleições do país.
De la Espriella vai reverter decisões do atual presidente, Gustavo Petro. O presidente eleito planeja reabrir a embaixada colombiana em Jerusalém e suspender a criação de uma representação na Palestina, que havia sido proposta por Petro após romper relações com Israel em 2024.
A sede da presidência será transferida de Bogotá para Barranquilla. O político quer transformar a Casa de Nariño, atual sede do Executivo, em um museu aberto ao público, e planeja tomar posse na cidade de Cali, o que depende de aprovação do Congresso.
