Black Friday: IA vira ‘auditor’ de preços e promoções para consumidor

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Black Friday: IA vira ‘auditor’ de preços e promoções para consumidor

Para ele, não basta produzir conteúdo próprio ou apostar apenas em influenciadores: é preciso construir, ao longo do tempo, um ecossistema de informações capaz de alimentar as respostas dos modelos.

Consumidor chega preparado

A transformação também acontece do lado de quem compra. O estudo aponta que 56% começam a pesquisar mais de 30 dias antes da Black Friday e passam, em média, por cinco canais durante a jornada. Sete em cada dez consumidores participam de grupos ou canais de ofertas, e nada menos do que nove em cada 10 deles estão no WhatsApp.

O estudo ainda indica um ranking de intenção para a próxima edição da Black Friday: os consumidores pretendem compras roupas (55%), eletrônicos (46%), itens de perfumaria (40%), produtos de beleza (40%) e eletrodomésticos (39%).

O consumidor brasileiro não quer apenas uma promessa de bom preço: ele busca evidências de que as ofertas são reais. Para as marcas, conquistar essa confiança pode valer mais do que uma venda em novembro: pode transformá-las em referência para as decisões de compra ao longo de todo o ano.
Guilherme Stefanini, CEO da Stefanini Marketing

Esse consumidor mais preparado ajuda a explicar outro dado do levantamento: a Black Friday de 2026 deve movimentar R$ 14,47 bilhões, com 18,3 milhões de pedidos, mas o ticket médio deve cair pela primeira vez na série histórica, de R$ 808 para R$ 790.