
Ler Resumo
Ganhos praticamente imediatos foram vistos na memória de curto prazo de crianças e no processamento de informações e aproveitamento da insulina pelo corpo de adultos que participaram de um experimento na Inglaterra.
O teste avaliou como 16 famílias se saíam em uma sessão de 45 minutos de tag rugby — uma versão do esporte sem contato físico, na qual os jogadores devem pegar uma fita amarrada ao adversário para dar fim à partida.
Após a diversão, os pesquisadores observaram incrementos cognitivos e metabólicos.
“Podemos adaptar o exercício à nossa cultura. É uma oportunidade de combater o sedentarismo e fortalecer os laços familiares”, incentiva o ortopedista João Yazigi, da Universidade Santo Amaro, na capital paulista.
Segundo o médico, o experimento britânico foi feito com tag rugby, mas jogar bola ou peteca já é uma forma de se mexer e interagir que pode levar aos mesmos benefícios.
Para todas as gerações
O que levar em consideração na hora de brincar
Ouça os pequenos
Dê atenção às preferências e vazão à curiosidade deles. Isso ajuda a manter o engajamento.
Dois em um
A maioria dos adultos e das crianças não pratica o mínimo de exercícios para a faixa etária. Hora de mudar!
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que crianças e adolescentes de 5 a 17 anos pratiquem pelo menos uma hora de atividade física por dia. Já para adultos a orientação são, no mínimo, 150 minutos de exercícios de intensidade por semana ou 75 minutos de atividade vigorosa.
Adapte à idade
Observe se a duração e a intensidade do jogo estão de acordo com a capacidade física dos envolvidos.
Conexão familiar
Brincadeiras aproximam as pessoas e constroem memórias. Estar presente fortalece os vínculos sociais.
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