Os acordos incluem mais de US$17,6 bilhões em pagamentos a 48 estados dos EUA, Washington, D.C., Porto Rico, Samoa norte-americana e Ilhas Marianas do Norte.
A Meta também pagará US$459 milhões para resolver as reivindicações dos estados norte-americanos relacionadas à privacidade no escândalo da Cambridge Analytica, em que a consultoria britânica coletou dados pessoais de milhões de usuários do Facebook.
A Califórnia receberá o maior valor, US$2,2 bilhões, e Nova York e o Texas ficarão com mais de US$ 1 bilhão cada um.
Parte do pagamento depende da imposição, por parte do YouTube, da Alphabet, e do TikTok, da ByteDance, de proteções semelhantes para crianças. Nenhuma dessas empresas estava disponível para comentar imediatamente.
“Isso é muito importante”, disse James Speta, professor de Direito da Universidade Northwestern especializado em políticas de telecomunicações e internet.
“A Meta e outras empresas estavam enfrentando pressão para mudar suas práticas comerciais, independentemente de perderem ou não os processos, tanto do público quanto do Congresso e das legislaturas estaduais”, continuou ele. “Essas restrições mudarão a experiência no Instagram e no Facebook, e foram concebidas para reduzirem o engajamento.”
