Quase 40% dos brasileiros já usam IA para se informar e tomar decisões

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Quase 40% dos brasileiros já usam IA para se informar e tomar decisões

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Sim, os robôs estão no meio de nós. E os assistentes de IA ganham cada vez mais espaço como meios de conseguir respostas para se cuidar melhor. É o que aponta uma edição especial do levantamento Edelman Trust Barometer 2026, realizado em 16 países, inclusive o Brasil.

Por aqui, 38% das pessoas afirmam utilizar ChatGPT, Gemini e outros recursos a fim de se informar e definir condutas relacionadas à saúde.

Nesse público mais engajado com os algoritmos, quase nove em cada dez usuários se valem da tecnologia para tirar dúvidas mais imediatas, 87% para receber recomendações de autocuidado, 83% para interpretar resultados de exames e 79% para receber sugestões de tratamento.

Se por um lado as plataformas são um manancial acessível de dados, por outro nem sempre quebram a corrente de ideias equivocadas. Quase 30% dos participantes acreditam que os riscos da vacinação infantil superam os benefícios! 

Passado: 110 anos da primeira transfusão com sangue estocado

Bolsa de sangue com tubos, uma papoula vermelha e a bandeira do Reino Unido ao fundo, sobre um fundo vermelho
110 anos da primeira transfusão com sangue estocado (Lis Ayrosa/Veja Saúde)

Embora a transferência do líquido da vida de um organismo para outro tenha sido tentada e testada séculos antes, só em 1916 foi possível realizar uma transfusão com sangue resfriado e previamente armazenado para um ser humano.

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O feito ocorreu em meio à Primeira Guerra Mundial pelas mãos do Exército britânico — bem-sucedido, abriu caminho a uma revolução médica. 

Futuro: O primeiro remédio desenhado para aliviar a apneia do sono

Ilustração de um travesseiro rosa sobre uma nuvem creme, com um personagem dormindo, pílulas e um frasco de remédio, em fundo vermelho
O primeiro remédio desenhado para aliviar a apneia do sono (Lis Ayrosa/Veja Saúde)

Ele está avançando nas pesquisas, que reúnem, ao todo, 1 300 pacientes e buscam confirmar sua segurança e eficácia contra os roncos e as interrupções temporárias na respiração durante a noite.

A medicação busca mitigar a perda de tônus muscular nas vias aéreas e poderá ser uma solução a quem não se adapta aos aparelhos de CPAP. 

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Um lugar: Brasília vai sediar universidade federal focada em esportes

Ilustração do Congresso Nacional em Brasília, com um pin de localização centralizado contendo um tênis de corrida vermelho, sobre um fundo laranja. Há linhas amarelas curvas no fundo
Brasília vai sediar universidade federal focada em esportes (Lis Ayrosa/Veja Saúde)

Viabilizada por uma nova lei recém-aprovada, a iniciativa proposta pelo Poder Executivo permitirá criar a primeira instituição de alçada nacional totalmente direcionada ao ensino e aos estudos na área das modalidades esportivas e dos exercícios físicos. Batizada de UFEsporte, a entidade ficará na capital Brasília, mas poderá se expandir para outras regiões. 

Um dado: 80% dos casos de demência estão sem diagnóstico no país

Ilustração de um cérebro bege com sulcos pretos e detalhes amarelos, exibindo o número 80% em laranja e amarelo. Acima do cérebro, um rabisco preto em espiral, tudo sobre um fundo vermelho
80% dos casos de demência estão sem diagnóstico no país (Lis Ayrosa/Veja Saúde)

É o que indica o Atlas da Doença de Alzheimer, estudo da Associação Internacional de Alzheimer apoiado pelo laboratório Eli Lilly. O achado é preocupante dadas a prevalência do problema — mais de 820 pessoas a cada 100 mil habitantes — e a projeção de aumento de casos. A análise também revela que as famílias é que arcam com a maioria dos custos ligados à condição. 

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Uma frase: Aurore Malet-Karas

Ilustração de uma mulher com cabelos ruivos ondulados, vestindo blazer e camisa vermelhos, braços cruzados, expressão pensativa, sobre fundo vermelho com um retângulo bege texturizado atrás dela
Aurore Malet-Karas, psicóloga e escritora francesa (Lis Ayrosa/Veja Saúde)

“O papel da ciência não é estabelecer leis para a sociedade — esse é o papel da Justiça. O desafio da ciência é oferecer à humanidade um método que possibilite abandonar vieses pessoais e culturais, para, dessa forma, observar o mundo de forma neutra, oferecendo uma base comum a todas e todos. A homossexualidade não torna as pessoas infelizes, mas a violência sexual, sim.”

Aurore Malet-Karas, psicóloga e sexóloga francesa, no novo livro Cérebro, Sexo e Amor (Contexto)

“Cérebro, sexo e amor”, de Aurore Malet-Karas

Capa de livro com fundo preto. No centro, um contorno branco estilizado de cérebro. À direita, o título Cérebro, sexo e amor, com sexo em vermelho. Acima, AURORE MALET-KARAS em vermelho. Abaixo, o logo e nome editora contexto em vermelho e branco