O sindicato negociará benefícios extras e a realocação de gestantes e funcionários em vulnerabilidade. Caso a via judicial falhe, as prioridades incluem a extensão da assistência médica, indenizações complementares e a transferência de gestantes para pontos de venda remanescentes.
Várias situações podem, numa negociação, tentar para diminuir o drama e a dor, com certeza, desses funcionários que basicamente são humilhados ao verem que vão trabalhar e a loja está fechada.
Ricardo Patah, presidente do Sindicato Comercial de São Paulo
Reunião entre o sindicato e empresa está marcada para às 10h de amanhã. No encontro, o sindicato vai propor alternativas para evitar a demissão dos empregados afetados.
Casas Bahia deve desativar lojas em shoppings por conta do peso de condomínios e aluguéis, segundo o sindicato. Em balanço financeiro, a empresa anunciou que fechará 298 lojas (29% do total no mês de junho).
A varejista concentra cerca de 30% de todos os profissionais associados ao sindicato. A entidade afirma que a empresa é a que mais emprega associados.
Sindicato diz que não foi avisada previamente dos cortes, e que iniciou uma militância com distribuição de folhetos nas ruas. A entidade afirma que soube dos cortes de maneira informal e que exigirá a listagem completa das demissões para avaliar os impactos, para que possa prestar atendimento individualizado aos trabalhadores.
