Grupo usou contas rápidas em fintechs para enviar R$ 100 milhões e viabilizar a compra da distribuidora. Os recursos passaram “em poucos minutos” por contas gráficas de três empresas do grupo ocultadas pelas chamadas “contas bolsões” administradas pelas fintechs, até chegar à usina sucroalcooleira. Fraude incluiu um investimento bancário casado para capitalizar empresas de fachada....
