Maioria dos alunos ficará sem acesso a IA generativa até chegar ao ensino médio. As regras atingem cerca de 600 mil estudantes, algo como dois terços da rede municipal, e mesmo no ensino médio o uso será permitido apenas em situações específicas.
Departamento recomenda limite de tempo de tela e proíbe chatbots de “companhia”. A sugestão é limitar alunos do chamado middle school (etapa que reúne alunos de cerca de 11 a 14 anos) a no máximo 45 minutos por dia em telas, e banir em todas as séries os chamados chatbots que prometem apoio emocional e de saúde mental.
Prefeito diz que a cidade não vê a IA como inevitável na educação infantil. “A indústria de tecnologia quer que acreditemos que a educação infantil com IA não é apenas inevitável, mas necessária. Nós não vemos dessa forma”, afirmou o prefeito Zohran Mamdani, em comunicado.
Chanceler das escolas afirma que a meta é preservar vínculos humanos na aprendizagem. “Estamos colocando proteções para preservar a conexão humana crítica, a curiosidade e a criatividade que ajudam as crianças a crescer”, disse Kamar Samuels, também em comunicado.
Pressão de pais e dúvidas sobre exceções
Grupos de pais que pediam moratória de dois anos consideraram as diretrizes insuficientes. Kelly Clancy, mãe no Brooklyn e fundadora de um grupo de cautela com IA, disse que a política só saiu do papel por causa da mobilização.
